Será no dia 27 de junho, das 9 às 14hras no Clube Israelita Brasileiro.
O endereço é Rua Barata Ribeiro, 489 (entre Figueiredo Magalhães e Santa Clara).
Chamem seus amigos e familiares! Não demora nem 10 minutos!
O objetivo deste blog é encontrar um doador de medula óssea para um amigo. É muito simples ajudar: basta se cadastrar como voluntário à doação de medula nos hemocentros de qualquer lugar do Brasil e fornecer 5 mL de sangue para o teste de compatibilidade, como em um exame de sangue de rotina. Aqui você encontra informações sobre os locais de coleta no país inteiro.
(Escrito pelo pai do Oliver, Alberto Kligerman)
Após o diagnóstico de aplasia da medula severa (funcionamento de menos de 10% da medula), recebido no dia 30/5, Oliver Kligerman, de 21 anos, passou a receber desde o dia 3/6 a primeira linha de tratamento, que é a imunossupressão, uma vez que é alta a probabilidade desta doença ser auto-imune, em que os linfócitos-T destroem a medula óssea.
Os medicamentos utilizados (Thymoglobulina de coelho - por cinco dias - e Ciclosporina - por vinte e um dias) têm como objetivo zerar o sistema imunológico, de forma que os linfócitos-T percam a memória. Com isso, ele está completamente vulnerável, com leucócitos zerados, e está em um quarto com ar filtrado e sem receber visitas, de forma a não desenvolver infecção. Caso o tratamento seja bem sucedido, espera-se que em duas semanas a medula dele dê sinais de que voltou a funcionar.
Oliver está tranquilo, em repouso. Sabe que o processo é lento e não está ansioso. Além disso, estamos confiantes. Neste período, ele está recebendo infusão de plaquetas, que foram obtidas através da bem sucedida campanha de doação de sangue realizada pelos amigos e familiares. Sua série vermelha (hemácias) está com valor baixo, mas suficiente para ele manter-se em repouso sem necessidade de transfusões. A questão de doações de sangue está, portanto, equacionada por enquanto.
A segunda linha de tratamento, que poderá ser utilizada, de acordo com os resultados da imunossupressão, é o transplante de medula óssea. Para tanto, estamos empenhados no cadastramento do maior número possível de pessoas entre 18 e 55 anos. O cadastramento, feito em hemocentros espalhados por diversas cidades do Brasil (ver abaixo), consiste no preenchimento de uma ficha (nome, endereço, telefone e assinatura) e uma rápida coleta de 5ml de sangue do braço, como em um exame de sangue comum, de forma a ser mapeado código HLA do cromossomo 6, que deve ser igual para doador e receptor.
Os hemocentros de alguns estados, a pedido, fazem o cadastramento coletivo em empresas, clubes e associações.
Como a chance de se encontrar um doador compatível com uma pessoa que necessite de transplante é de 1 em 100.000, é fundamental ampliar o universo de pessoas cadastradas. O feliz encontro de um doador com um receptor compatíveis significa que uma vida está sendo salva a troco de um pequeno incômodo, ou seja, a retirada de apenas 10% da medula do doador, que se recompõe integralmente em 15 dias.
Os registros de doadores coletados em todo o Brasil formam o Registro de Doadores de Medula (REDOME), unificado. A busca é efetuada inicialmente no REDOME e, caso não seja encontrado doador compatível, a busca é estendida para os registros de todo o mundo, que estão integrados em um mesmo universo para consultas, chamado Bone Marrow Donors Worldwide (BMDW). http://www.bmdw.org/index.php?
Instituto Estadual de Hematologia Arthur de Siqueira Cavalcanti - HEMORIO
(SEGUNDA A SEXTA DE 8 ÀS 12 HORAS)
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Telefone: (21) 2509-1290
Instituto Nacional de Câncer - INCA
(SEGUNDA A SEXTA de 7h30 às 14h30, SÁBADOS de 8 às 12 HORAS)
Praça da Cruz Vermelha, 23 – 2º andar – Centro – Rio de Janeiro
CEP: 20.230-130
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REGIÃO NORTE
Amazonas
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